terça-feira, 24 de abril de 2012

A CRSEEL 2012 - Construção e Reabilitação Sustentável



Num contexto em que a necessidade de construção e reabilitação do património é entendida como estratégica para o processo de desenvolvimento das sociedades,  a 2ª Edição da Conferência Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono (CRSEEL 2012) delimitada no quadro dos países da lusofonia, surge como uma resposta  ao crescente interesse que o tema tem vindo assumir nas economias de todo o espaço Lusófono.
 
A CRSEEL 2012 é uma Organização do Departamento de Engenharia Civil da FCT UNL, no quadro do Curso de Pós-Graduação em Construção Sustentável, e da Direcção-Geral do Ambiente do MAHOT de Cabo Verde
 
O debate das temáticas da Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios, com relevância para o contributo dos jovens investigadores, para a ação dos Projetistas e Empresas, torna-se, pois, como um vetor determinante para o alavancar de ações que conduzam a um maior reforço do conhecimento e da cooperação entre os diferentes atores do processo da formação e da reabilitação do património.
 
A Conferência contará com a presença de especialistas convidados dos diferentes países que compõem o Espaço Lusófono e importantes especialistas do projeto e da construção. Estes especialistas irão reunir um conjunto de comunicações com diferentes pontos de vista, relacionados com a investigação, o projeto e a prática da realização.
 
A conferência nesta sua 2ª Edição contará com a intervenção da Senhora Ministra do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território de Cabo Verde, do Senhor Ministro do Urbanismo e Construção de Angola, do Senhor Ministro do Ambiente e Obras Públicas de São Tomé e Príncipe e do Presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

sábado, 10 de março de 2012

Revestimento inovador que aquece casas

 

A argamassa é colocada em diferentes locais.


Uma equipa de investigação do departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho(UMInho) está a criar um revestimento revolucionário para paredes e tectos que aquece/arrefece a temperatura interior das casas e escritórios. A inovação ajuda a poupar na factura eléctrica, a um maior conforto térmico e à eco-sustentabilidade.

A tecnologia baseia-se em microcápsulas termicamente activas, aplicadas na superfície das argamassas – o que deverá ser uma prática corrente dentro de dez anos, esclarece José Barroso de Aguiar, docente da UMinho.

Em concreto, o composto de gesso, cal, cimento, areia, água e cápsulas microscópicas de PCM (material de mudança de fase) é colocado nas paredes e tectos e esta camada serve como climatizador: transita de fase líquida para sólida, e vice-versa, em temperaturas próximas da ambiente (20-25ºC).

Por exemplo, ao passar de fase sólida para líquida faz descer o termómetro e reter energia do compartimento. Com estes aditivos nas argamassas consegue-se reduzir o consumo de energia (eficiência), uniformizar a solicitação à rede energética, aumentar o conforto térmico dos edifícios, evitar o gasto das não renováveis e, por efeito, minimizar o consumo de dióxido de carbono. 
Patente portuguesa versus alemã
Constituição do projecto:
O projecto designado «Contribuição de Argamassas Térmicas Activas para a Eficiência Energética dos Edifícios» é apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e termina em 2013. Junta cerca de 25 investigadores das universidades do Minho (promotora), Aveiro, Coimbra (através do instituto IteCons) e ainda das empresas parceiras Secil Martingança e Sival, ligadas aos ramos das argamassas de cimento, cal hidráulica e gesso. Do Departamento de Engenharia Civil da UMinho está representado o seu Centro de Território Ambiente e Construção (C-TAC), com os docentes José Barroso de Aguiar, Manuela Almeida, Luís Bragança, Miguel Ferreira, Sandra Silva e a bolseira Sandra Cunha.
A UMinho está ligada a duas patentes, que investiga desde 2004. A Alemanha começou os estudos “quase em simultâneo”. A patente portuguesa aplica o PCM na parte exterior de um reboco de duas camadas; já a patente alemã coloca o PCM em toda a espessura do reboco.

A equipa de investigação minhota diz não ter registos de uma invenção do género no resto do mundo. E, em 2012, prevê fazer um workshop para os parceiros do projecto trocarem experiências; se tudo correr bem, também irá anunciar os resultados prévios e eventuais patentes.

Além de desenvolver sistemas construtivos energeticamente mais eficientes, a presente pesquisa coordenada pela UMinho procura averiguar a viabilidade técnica da aplicação dos PCM e quantificar a redução de consumos de energia para diversos tipos de imóveis e divisórias, através da comparação com argamassas convencionais e simulação numérica.

Garantir a qualidade 
No primeiro caso, quer-se garantir que a nova tecnologia não vai fissurar nem descolar da parede e, além disso, respeita as exigências europeias. No segundo, interessa saber qual a melhor compartimentação para rentabilizar a inovação, se um apartamento tipo T2 ou uma vivenda. “Acredito nesta tecnologia, é muito útil para a sociedade em geral. Dentro de dez anos, será corrente no interior dos edifícios”, nota José Barroso de Aguiar, realçando: “Vai valer a pena pagar mais quando se constrói, mas saber que esse custo inicial [no PCM] se amortiza em poucos anos, graças à poupança em electricidade”. 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Eco-Casa de garrafas PET



Casa construída com garrafas PET

O reaproveitamento de garrafas Pet na construção de casas.
Como solução de construção rápida e barata, a Casa PET pode ajudar a resolver o problema de déficit habitacional em várias partes do mundo.

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Revestimento de paredes luso altera as temperaturas



Revestimento de paredes luso altera as temperaturas
Investigadores da Universidade do Minho estão a criar um "revestimento revolucionário" para paredes e tetos que funciona como uma espécie de ar condicionado capaz de aquecer ou arrefecer a temperatura no interior das casas e escritórios.
 A inovação está a ser desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Civil daquela instituição de ensino superior e a equipa de investigação minhota diz não ter registos de uma invenção do género no resto do mundo, o que a torna única.
 
O revestimento é uma argamassa inovadora composta por gesso, cal ou cimento, areia, água e cápsulas microscópicas de PCM (um material de mudança de fase). Esta camada serve como climatizador, transitando de fase líquida para sólida ou vice-versa em temperaturas próximas da ambiente (20-25ºC).
 
Através da transição de fase sólida para líquida é possível, por exemplo, fazer descer o termómetro e reter energia do compartimento, tornando a divisão mais fresca.

Tecnologia deverá popularizar-se em dez anos
 
Em comunicado, o professor José Barroso de Aguiar explica que a tecnologia, baseada em microcápsulas termicamente ativas aplicadas na superfície das argamassas, deverá vir a popularizar-se num futuro próximo.
 
"Acredito nesta tecnologia, é muito útil para a sociedade em geral. Dentro de dez anos será corrente no interior dos edifícios", afirmou. No que respeita ao preço elevado que a construção pode acarretar, José Barroso de Aguiar garante que se trata de um bom investimento.
 
"Vai valer a pena pagar mais quando se constrói mas saber que esse custo inicial [devido às cápsulas microscópicas] se amortiza em poucos anos, graças à poupança em eletricidade", realçou o professor.
 
Esta inovação assume uma particular importância devido ao facto de permitir reduzir o consumo de energia, aumentando a eficiência energética e ajudando a poupar na fatura elétrica e, simultaneamente, de proporcionar um maior conforto térmico e promover a ecossustentabilidade.
 
O projeto, designado "Contribuição de Argamassas Térmicas Ativas para a Eficiência Energética dos Edifícios" é apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e termina em 2013.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Casa do Penedo



À primeira vista a casa nem parece real; parece mais uma habitação dos Flinstones. Mas está perfeitamente integrada na paisagem natural. Por fora é toda feita de pedra, salvo as janelas tortas e o telhado. Por dentro, a mobília, as escadas e os corrimões feitos de troncos completam o aspecto rústico. Os vidros são à prova de bala, a porta é de aço e o sofá pesa 350 quilos, pois é feito em betão e madeira de eucalipto.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Arquitectura Ecológica ou Sustentável




AFINAL, O QUE É A ARQUITECTURA ECOLÓGICA OU SUSTENTÁVEL?

É uma forma alternativa de pensar, projectar e construir edificações baseados no paradigma da Ecologia Ambiental. Trata-se de pensar o habitat como um espaço para a protecção (segurança física) mas também para a promoção da saúde do corpo e do espírito, e não só como resposta a uma função e a uma estética.

A eco-habitação deve ser pensada como um organismo vivo que respeita as leis naturais.

Os materiais usados devem respeitar o mais possível a relação com o ambiente, sendo de evitar a incorporação de produtos químicos, à semelhança do que já acontece com a agricultura biológica.

Se as roupas são a nossa segunda pele, a terceira são as paredes dos edifícios onde nos abrigamos. Assim, como passámos a usar, em muitos casos, tecidos naturais em detrimento dos produtos sintéticos, devemos passar a exigir uma qualidade construtiva superior, baseada nos princípios da ecologia.

Uma parede que separa o interior do exterior de uma habitação, construída com base nos princípios ecológicos, não é um elemento neutro. É um elemento “vivo” que “respira”, pois absorve a humidade, o calor e o frio.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Conforto numa casa poupada - EcoCasa Portuguesa



Uma habitação bioclimática reúne boa arquitectura, optimização do clima, protecção do ambiente e poupança. Só em electricidade e gás pode poupar mais de 250 Euros anuais.

Projectar e construir um edifício considerando a envolvente climática é o objectivo da arquitectura bioclimática. Deste conceito advêm ganhos bastante significativos. Tanto no Inverno, como no Verão, quase não precisa de aquecer ou arrefecer as divisões de casa. Tal repercute-se na conta da electricidade e de gás, mais baixa do que em construções onde o conforto térmico não está assegurado. Portugal tem um clima bastante favorável à adopção destes princípios.

Para perceber como aplicar algumas técnicas na sua casa, de modo a conseguir um maior conforto térmico, pode recorrer às agências de energia, municipais ou regionais. A Agência para a Energia (www.adene.pt) tem informação sobre o Sistema de Certificação dos Edifícios e os novos regulamentos.

Construção atenta aos pormenores
  • A orientação das fachadas da casa a Sul é favorável, no Inverno ou Verão, desde que com sistemas de sombreamento a proteger do sol directo. Numa sala de 30 m², por exemplo, as necessidades de arrefecimento podem aumentar em 1 kW, se a sala for orientada a Oeste, em vez de a Sul.
  • O isolamento térmico das paredes simples previne fugas de calor entre o interior e o exterior da habitação. O mesmo deve ser colocado no exterior, revestindo paredes e vigas e evitando as pontes térmicas. Uma parede simples isolada pelo exterior evita até 50% das perdas de calor.
  • Os vidros duplos protegem do calor e do frio. Têm duas camadas de vidro, separadas por uma câmara de gás inerte, de maior efeito isolante. As perdas de calor para o exterior reduzem-se em 45% com uma janela de vidro duplo e caixilharia isolante.
  • A chamada Parede de Trombe é constituída por um vidro exterior orientado a Sul, uma caixa-de-ar e uma parede de grande inércia térmica (de tijolo maciço, por exemplo). Estas paredes acumulam o calor do Sol durante o dia, transmitindo-o para o interior durante a noite.
  • A técnica de arrefecimento pelo solo permite refrigerar as divisões, fazendo passar ar do exterior por tubos enterrados, onde arrefece, sendo depois libertado na casa. No Inverno, o mesmo sistema permite pré-aquecer o ar.
  • A água pode ser usada para arrefecer o ar. Caso haja espaço disponível em frente à habitação, é possível criar espelhos de água. A evaporação da água dá-se junto às paredes exteriores da casa, diminuindo a temperatura do ar em seu redor.
  • As palas, ou varandas, por cima das janelas ajudam, durante o Verão, a quebrar a incidência directa do Sol.
  • As janelas basculantes permitem, com o estore parcialmente fechado, arejar a casa. Por sua vez, as janelas pequenas evitam o arrefecimento excessivo das casas viradas a Norte.
  • A forma do edifício influencia as perdas e os ganhos de calor entre o interior e o exterior. Quanto mais compacto for o edifício, menor serão as perdas energéticas. Além disso, uma casa baixa está menos exposta ao vento.
  • O uso de vegetação, de preferência a Este e a Oeste, evita a entrada de radiação solar directa através das janelas e protege as paredes exteriores do excesso de calor. A vegetação também protege do vento e oxigena o ar.
  • A utilização de painéis solares fotovoltaicos permite converter a energia solar em eléctrica, enquanto os colectores solares têm a vantagem de usá-la para aquecer água. A instalação destes sistemas leva à redução do consumo de energia eléctrica.
No poupar está o ganho
  • A falta de conforto térmico nas casas resulta de problemas construtivos. Para ultrapassar o desconforto, gasta-se electricidade em excesso para aquecer ou arrefecer. Porém, as casas construídas segundo critérios bioclimáticos apresentam temperaturas que, na maior parte do ano, dispensam equipamentos de aquecimento ou arrefecimento. Num edifício, a fase de maior impacto ambiental é a da construção, dado concentrar a grande fatia de consumo energético. Aqui, a arquitectura bioclimática é crucial nos mecanismos a que recorre para o diminuir: a orientação solar, o correcto posicionamento do edifício no terreno, a escolha adequada dos materiais de construção.
  • Os materiais de construção também influenciam as condições climatéricas no interior. A inércia térmica, própria dos materiais pesados, como dos tijolos maciços e da pedra, é importante em casas bioclimáticas. Com grande inércia térmica, mantêm-se mais tempo frescas durante o dia, enquanto armazenam calor, que libertam à noite.
  • Considerando um cenário de consumo de 12 500 kWh/ano, correspondente a um gasto de electricidade de cerca de € 65 mensais e de € 35 de gás, a redução em 80% da fatia do aquecimento significa uma poupança anual superior a 250 euros.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cidades eficientes


Os consumos energéticos actuais põem em causa a nossa sustentabilidade. Torna-se, por isso, necessária uma nova mentalidade e soluções mais eficientes.
Em Portugal, os edifícios representam cerca de 30 por cento dos consumos globais do País e cerca de 60 por cento do consumo eléctrico. Os números colocam estes mesmos edifícios como o segundo maior responsável pelas emissões de gases com efeito de estufa, apenas ultrapassado pela utilização intensiva dos combustíveis, principais responsáveis pelo aumento da concentração de dióxido de carbono na atmosfera e do aquecimento global do Planeta.
Com a crescente concentração populacional em redor das grandes cidades (mais de metade da população mundial vive em centros urbanos), não admira que passemos mais de 80 por cento do nosso tempo dentro de edifícios, onde, inúmeras vezes, utilizamos de forma menos correcta a energia à nossa disposição.
Perante os constantes alertas, vários países têm procurado respostas e soluções em conjunto, avançando com planos estratégicos e directivas que visam, além da diminuição dos gases de efeito de estufa e aposta nas energias renováveis, optimizar a eficiência energética dos edifícios.
Expoente dessas preocupações é a Estratégia Europa 2020, preparada pela Comissão Europeia e adoptada, no ano passado, pelo Parlamento Europeu e pelos Chefes de Estado e de governo da União. A missão é ambiciosa e, até 2020, a Europa quer criar as bases de um futuro feito de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo, onde o crescimento económico surja aliado à sustentabilidade ambiental e ao combate às desigualdades.
Ao abrigo das propostas apresentadas, todos os países devem estabelecer um plano de eficiência energética, onde, por exemplo, os governos poderão propor mecanismos de poupança de energia como programas de financiamento ou acordos voluntários com os fornecedores. Os governos devem, ainda, reduzir anualmente o consumo de energia dos edifícios públicos em, pelo menos, três por cento e exigir que a eficiência energética seja um critério na aquisição de bens e serviços.
Note-se, aliás, que desde 2006 que é obrigatório que todos os novos edifícios a licenciar (salvo aqueles em que é impossível) estejam equipados com um sistema solar de aquecimento de águas quentes. E, de acordo com a Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios, os novos edifícios construídos a partir de 2018 deverão estar perto do zero em termos de emissões de dióxido de carbono e de consumo de energia.
Por seu lado, os fornecedores de energia deverão incentivar os clientes a maior eficiência energética, reduzindo, em 1,5 por cento, o volume de vendas todos os anos. Para tal, poderão aconselhar e auxiliar os consumidores a instalar janelas de vidros duplos, a isolar telhados ou a melhorar a eficiência dos sistemas de climatização.
Este tipo de medidas confirmam que todos podemos contribuir para construir uma cidade energeticamente eficiente. Trocar as lâmpadas convencionais por lâmpadas económicas ou LED e optar por equipamentos eléctricos de baixo consumo são gestos simples ao alcance de todos. Tão simples como desligar a luz antes de fechar a porta.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Construção Sustentável - Casas em Taipa


O acto mais sustentável que existe é reabilitar e aproveitar o que existe.

A sustentabilidade não é opção, é o único caminho. 
A gestão eficiente da água e o aproveitamento dos recursos energéticos renováveis podem ser determinantes para a sustentabilidade económica.

A eco-construção refere-se aos edifícios ou empreendimentos que são concebidos para reduzir o impacto no meio ambiente. São, portanto, edifícios mais eficientes na utilização de energia, na utilização da água e recorrendo a recursos locais, nomeadamente ao nível dos materiais de construção.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fórum EFINERG online, também, no Facebook


Fórum Efinerg
O Projecto EFINERG mobiliza a indústria para eficiência energética tendo como principal objectivo a implementação e integração de boas práticas energéticas
A ADENE – Agência para a Energia, no âmbito do projecto EFINERG, expande o fórum online sobre a eficiência energética nas pequenas e médias empresas (PME) às redes sociais. O fórum, agora presente no Facebook através da página www.facebook.com/efinerg, tem como principal objectivo mobilizar a indústria para a implementação e integração de boas práticas energéticas.


Dirigido aos técnicos e gestores de empresas ligados às áreas de Gestão de Energia, estas plataformas online assumem-se como um meio privilegiado de agregação de ideias, debate e divulgação de sugestões e propostas que, de alguma forma, propiciem a adopção de boas práticas no âmbito da eficiência energética.
 
Promovido pela AEP (Associação Empresarial de Portugal) e pelo IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação), o projecto EFINERG pretende apoiar a concretização dos objectivos definidos no (PNAEE) Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética e proporcionar às PME um enquadramento coerente e integrado no Quadro de Referencia Estratégico Nacional (QREN).
 
Fonte: ADENE 

Endereços do Fórum

 

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