segunda-feira, 6 de março de 2017

Eco Casas - Energia Solar




A energia solar representa uma excelente forma de captação e produção de energia eléctrica sendo Portugal um país particularmente beneficiado pelas vantagens do seu uso. Infelizmente apenas uma diminuta percentagem é usada. Estima-se que em 2100 cerca de 70% de toda a energia utilizada no planeta terra seja de energia solar. 


A maior parte da energia do sol é a luz visível que pode ser aproveitada através da conversão em energia eléctrica através do uso de células fotovotaicas. 

Na sua maioria, as células fotovoltaicas são feitas de silicone , que é um dos materiais mais comuns na terra. Quando a luz solar incide numa célula fotovoltaica, os electrões viajam entre duas camadas através de uma arame devido a diferentes propriedades dos dois bocados finos de silicone.



Para a captação eficiente e geração de energia, as células fotovoltaicas são ligadas formando tabelas fotvoltaicas. Desta forma as células podem produzir electricidade suficiente para um consumo doméstico.

É cada vez mais comum, em grande parte devido aos benefícios concedidos pelo Estado, ver  painéis solares instalados em habitações (e não só) por todo o país.

A armazenagem de electricidade obtida através da luz solar é feito geralmente através do uso de uma bateria recarregável que contêm peças especiais e produtos químicos sendo capazes de carregar e descarregar energia quando necessário.

Existe também um controlador de carga electrónico que permite o carregamento da bateria de forma eficiente e impede que o painel solar sature a mesma protegendo os próprios painéis solares de danos eléctricos, mantendo a corrente unidireccional.

O uso de aparelhos domésticos é possibilitado por um inversor de energia que transforma a corrente directa (DC) emitida pela bateria em corrente alternada (AC). Hoje em dia muitos dos controladores de carga já vêm equipados com o seu próprio inversor.

O uso dos painéis solares, que estão cada vez mais baratos e acessíveis, pode ser feito em perfeita sintonia com outras fontes de energia como a rede pública eléctrica. 

Em alguns casos a energia produzida é superior à energia consumida podendo o excesso ser vendido à própria rede pública. A situação mais comum é fornecimento de electricidade durante o dia ser efectuado pelos painéis solares e durante a noite pela rede eléctrica nacional.






Benefícios Económicos
  • Depois do investimento inicial ser recuperado, a energia do sol é praticamente GRATUITA.
  • A recuperação / período de recuperação de investimento deste investimento pode ser muito curto dependendo de quanta electricidade a sua casa usa.
  • Estímulos financeiros são a forma disponível o governo que reduzirá o seu preço.
  • Se o seu sistema produzir mais energia do que aquela que é usada, a sua companhia de electricidade pode compra-lo de você, acumulando um crédito na sua conta!
  • Energia Solar não necessita de nenhum combustível.
  • Não é afectado pela provisão e a exigência do combustível e por isso não é submetido ao preço sempre que aumenta o do petróleo.
  • O uso da energia solar indirectamente reduz preços de saúde.


Benefícios Ambientais
  • Energia Solar é limpa, renovável (diferentemente de gás, óleo e carvão) e sustentável, ajudando a proteger o nosso ambiente.
  • Não polui o nosso ar lançando bióxido de carbono, o óxido de nitrogénio, o bióxido de cor de enxofre ou o mercúrio na atmosfera como muitas formas tradicionais de gerações eléctricas fazem.
  • Não contribui para aquecimento global, chuva ácida ou mistura de neblina e poluição.
  • Contribui para a redução de emissões de gás de estufa verdes perigosos.
  • É gerado onde é necessário.
  • Não contribui para o preço e problemas da recuperação e o transporte do combustível ou o armazenamento de resíduos radioactivos.


Benefícios de Autonomia
  • Pode ser utilizado para compensar o consumo de energia fornecido por utilidade. Não só reduz a sua conta de electricidade, mas também continuará fornecendo a sua casa com a electricidade no caso de uma perda por problemas na rede.
  • Um sistema de Energia Solar pode funcionar de forma totalmente independente, não necessitando duma conexão a um rede. Os sistemas, por isso, podem ser instalados em posições remotas (como cabanas de de férias), fazendo-o mais prático e rentável do que a provisão da electricidade de serviço a um novo sítio.
  • O uso da Energia Solar reduz a nossa dependência de fontes estrangeiras e/ou centralizadas da energia, sob o efeito de catástrofes naturais ou eventos internacionais e assim contribui para um futuro sustentável.
  • Energia Solar apoia o emprego local e a criação de prosperidade, funcionando como fomentador de economias locais.






Benefícios de Manutenção
  • Praticamente livre de manutenção e durarão durante décadas.
  • Uma Vez instalado, não há nenhum custo a acrescentar.
  • Funcionamento silencioso, não têm nenhuma parte em movimento, não liberta cheiros ofensivos e não necessita de combustível.
  • Mais painéis solares pode ser facilmente acrescentados no futuro quando as necessidades da sua família crescem.




Parceiro: APREN 

domingo, 5 de março de 2017

Eco Casas - Orientação Solar




A orientação solar de um edifício é muito importante para que se possa fazer um aproveitamento da energia solar, contribuindo assim para o bom desempenho energético de um edifício.

Em Portugal, de acordo com a sua situação geográfica, o quadrante Sul é aquele que recebe maior radiação solar ao longo do dia. Este será portanto a orientação privilegiada para fazer o aproveitamento dos ganhos solares. 

Por oposição, o quadrante Norte será aquele que menor quantidade de radiação solar directa recebe, chegando mesmo a não receber radiação. Nesta orientação irão assim verificar-se perdas térmicas.

A Nascente verificam-se a radiação solar directa ao longo do período da manhã, contrariamente a Poente que só receberá radiação solar directa no período da tarde.



Tendo esta informação como ponto de partida, devem ser desenvolvidas estratégias para fazer o adequado aproveitamento da energia solar, em termos térmicos como em termos de iluminação, reduzindo assim as necessidades energéticas da habitação.

ILUMINAÇÃO NATURAL
A luz natural é mais confortável para o olho humano comparativamente à luz artificial, sendo por isso vantajoso o seu aproveitamento sempre que possível. A luz artificial deve ser utilizada como complemento à utilização da luz natural.

Utilização de cores claras nas superfícies ajuda à reflexão da luz natural.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Arquitectura Bioclimática



Um edifício concebido de acordo com os princípios de Arquitectura Bioclimática é um edifício desenvolvido numa lógica de sustentabilidade, e em todas as suas fases (desde a fase de projecto, concepção, utilização e fim de uso). Está enquadrado num ciclo de vida, dá resposta às suas necessidades programáticas, está adaptado às características ambientais locais, é energeticamente eficiente, alcançando facilmente os níveis de conforto com um baixo consumo de energia. Deste modo, cada edifício possui assim uma identidade própria.

Os princípios de Arquitectura Bioclimática não são mais do que o enquadramento do edifício à sua realidade local – facilmente se depreende que não são, por estes motivos, princípios rígidos. São antes princípios flexíveis de modo a alcançar o equilíbrio pretendido entre os vários elementos a considerar em todo o processo.

adaptação às características ambientais locais é fundamental, sendo o Sol um dos principais elementos a considerar uma vez que será a fonte de energia – quer em termos térmicos, quer em termos de iluminação – presente em todo o processo e que, com o seu devido aproveitamento, será a peça chave para alcançar o conforto interior com medidas passivas (sem consumo de energia). Conhecer o local para onde se vai projectar assume assim uma importância vital de modo a fazer as melhores opções.

local onde o edifício se insere, bem como as suas características, são também factores determinantes para o seu desempenho energético e, consequentemente, para o conforto interior dos seus utilizadores. O clima, a orientação solar, vento, humidade, temperatura, radiação, altitude, as características do terreno, a sua topografia, a vegetação, os seus recursos, a existência ou não de edificações nas proximidades, entre outros factores, são contabilizados de modo a optimizar as soluções e tirar partido das suas potencialidades. Existem muitas variáveis ao longo de todo o processo.

escolha do sistema construtivo deve considerar os elementos acima referidos de modo a dar uma resposta eficiente ao programa pretendido de forma adequada, com um bom desempenho ambiental e energético, onde as perdas e os ganhos se compensam.

Os materiais escolhidos devem ser criteriosamente seleccionados de modo a que sejam amigos do ambiente, com pouca energia incorporada.

Assim, é fundamental orientar convenientemente o edifício, fazer o seu isolamento de modo eficiente (preferencialmente pelo lado exterior e de modo contínuo) para atenuar as trocas térmicas entre interior e exterior. As superfícies envidraçadas devem ser correctamente dimensionadas (não só em relação à orientação solar – para fazer o aproveitamento dos ganhos térmicos – mas também de acordo com as necessidades de iluminação para cada divisão) e protegidas. A sua protecção pode ser feita com recurso a dispositivos móveis (por exemplo, portadas) ou dispositivos fixos (por exemplo, palas) desde que adequados para que o produto final resulte energeticamente eficiente e o conforto no seu interior seja alcançado.

Será também vantajoso desenvolver estratégias passivas para alcançar o conforto interior já que contribuirá para o bom desempenho energético do edifício. Estas estratégias/ sistemas passivos – sem consumo de energia – tiram partido das características climáticas. Vão desde o controle da radiação solar (facilitando os ganhos ou perdas térmicas), tirar partindo da inércia térmica do edifício (atraso e amortecimento) promovendo o isolamento térmico de toda a envolvente construída – paredes, pavimentos e coberturas – minimizando assim as trocas térmicas entre o ambiente interior e exterior, até à selecção de superfícies envidraçadas eficientes (apostando no vidro duplo e caixilhos com bom desempenho energético) e ao seu sombreamento adequado, como já se referiu.

Nem sempre os sistemas passivos conseguem dar resposta a todas as necessidades de energia. Se houver necessidade de recorrer a sistemas activos, estes deverão recorrer a fontes de energia renováveis.

vegetação existente é também relevante. A existência de árvores de folha caduca é benéfica na medida em que, no Verão, a sua copa protege as superfícies envidraçadas da incidência directa da radiação solar e refresca o ambiente, e, no Inverno, com a queda das suas folhas permite a entrada dos raios solares, traduzindo-se em ganhos térmicos que contribuem para o conforto interior.

Uma habitação construída de acordo com estes princípios não é necessariamente mais dispendiosa: poderá inicialmente representar um investimento maior mas que será recuperado ao longo da sua vida útil. As suas necessidades de energia serão reduzidas e, uma vez que o conforto no seu interior será facilmente alcançado, a necessidade de recorrer a aparelhos de climatização (de que é exemplo o ar condicionado) será menor, poupando assim na factura energética mensal e contribuindo para que a quantidade de emissões de gases de efeito de estufa para o Ambiente seja menor.

Para que todo o sistema funcione, é importante que os utilizadores saibam tirar partido de todos os mecanismos existentes e os utilizem correctamente. O seu comportamento, os padrões de ocupação, a forma como o aquecimento/ arrefecimento dos espaços é feito, o aproveitamento da água, os mecanismos de ventilação, o tipo de iluminação, irão influenciar o desempenho energético do edifício e contribuir para o conforto higrotérmico.

Os aspectos que contribuem para a sensação de conforto são vários, e são também variáveis de pessoa para pessoa. Para o conforto higrotérmico e, de acordo com a legislação em vigor (o RCCTE – Regulamento das Características de Comportamento Térmico, Artigo 14.º do Decreto – Lei 80/2006), foram estabelecidos valores de referência a registar no interior dos edifícios de temperatura e humidade relativa de modo a garantir o conforto higrotérmico. Para a estação de aquecimento (período de Inverno) deve verificar-se uma temperatura de 20 °C e para a estação de arrefecimento (período de Verão), uma temperatura de 25 °C e 50% de humidade relativa. Deve ainda verificar-se uma taxa de renovação do ar de 0,6 renovações por hora para garantir a qualidade do ar interior. Para que estes valores se verifiquem, é importante não descuidar a qualidade da envolvente construída do edifício.

Parceiro:Quercus

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Construção em Terra


A construção de paredes em taipa e adobe permite-nos, utilizando técnicas de construção locais, responder eficazmente a um clima de grandes amplitudes, criando espaços discretos mas de grande beleza, bem diferentes daqueles com que nos confrontamos frequentemente.
“Logo que pôde erguer a sua morada, o homem construiu em terra crua.”
Em Portugal, é essencialmente no Baixo Alentejo que a construção em terra tem maior expressão. A estrutura geológica, as características do solo, a herança cultural de povos com tradição em construções de terra, o clima seco e o ambiente essencialmente rural são factores fundamentais para potenciar o desenvolvimento da construção em terra.Ainda hoje, são inúmeros os montes com construções em taipa, muitos deles abandonados à espera de renovação.

A localização preferencial destas construções no sul relaciona-se com influências históricas, culturais, geográficas e climáticas. Em Portugal, o património de construção em terra é dos mais ricos da Europa. As técnicas utilizadas são variadas e adaptadas de acordo com os tipos de terreno existentes.

As técnicas de construção em terra subsistiram no Alentejo até cerca dos anos 50 e 60, altura em que surgiram os surtos migratórios e as primeiras importações de modernas técnicas e materiais de construção. Cabe-nos a nós continuar esta tradição.
A utilização destas técnicas foi decaindo mas felizmente está a ser renovada, sendo considerada, a nível mundial, uma resposta possível para a sustentabilidade na construção.
Pretendemos associar à taipa outros materiais que permitam responder a exigências de resistência sísmica – como o betão armado e a madeira – dando resposta a situações em que a utilização da terra não seja a escolha aconselhável.
A construção em terra, pedra e madeira permite cumprir um dos principais papéis que se impõe às construções actuais: a sustentabilidade dos materiais utilizados. Qualquer um destes materiais é reutilizável, não constituindo qualquer perigo, nem sobrecarga ambiental mesmo após a sua vida útil.

A construção tradicional em terra, como aliás toda a construção tradicional, assenta num conhecimento empírico. A aprendizagem sobre os materiais e suas características físicas era escasso, o que colocava dificuldades relativamente à opção de uma matéria prima relativamente estável e com as qualidades ideais para uma construção.
A falta de conhecimentos relativamente a aspectos de resistência estrutural e processos construtivos apropriados foi motivo para considerar a taipa uma técnica  pobre, ineficaz e fraca.

Na actualidade, e para credibilizar a sua utilização, foi necessário aprofundar conhecimentos e racionalizar processos e técnicas construtivas, tornando-a atraente do ponto de vista económico e apelativa pelo curto prazo de execução da obra. Além disso,  a longevidade da taipa e do adobe são muito superiores à construção tradicional de cimento ou tijolo.
Pretende-se associar à taipa outros materiais que permitam responder a exigências de resistência sísmica – como o betão e a madeira – dando resposta a situações em que a utilização da terra por si só seja inviável.
A conjugação com madeira e pedra permitirá criar estruturas resistentes, perfeitamente enquadradas na paisagem e compatíveis com as paredes de taipa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Casa low cost e sustentável


Há dez anos, estudantes de arquitectura da Universidade de Auburn, no estado norte-americano do Alabama, desenharam uma casa low cost e sustentável para a comunidade pobre, uma iniciativa denominada 20K Project – 20K significa o custo das casas, 20.000 dólares, cerca de €18.000.
Agora, a universidade espera transformar este design numa experiência real de construção em massa, o que está previsto, numa primeira fase, numa parceria com a vila de Serenbe, em Chattahoochee Hills, no estado da Geórgia.

Segundo o Inhabitat, a parceria entre a universidade e a comunidade de Serenbe vai permitir aos actuais alunos a primeira oportunidade de trabalhar com um construtor profissional e desenvolver todas as fases do projecto, incluindo o zoneamento e verificar se todas as regras de construção são cumpridas.
Em contrapartida a comunidade de Serenbe vai receber dois estúdios de trabalho que serão utilizados pelo programa anual de recebimento de artistas, o Serenbe Art Farm.
O projecto 20K começou em 2005 como pesquisa para criar uma casa barata e com um design atraente que pudesse ser paga ou arrendada por cidadãos que vivessem na dependência da segurança social – ou seja, não pudesse contrair um empréstimo para comprar casa. Até agora, os estudantes desenharam e construíram 17 protótipos low-cost que incluem modelos de um ou dois quartos.

Com 51 metros quadrados, cada uma destas casas utilizam materiais avaliados em €12.000. “Um vez concluídos os testes de campo, o nosso grande objectivo é desenvolver uma série de documentos de construção com todas as especificações para construir uma casa igual na nossa região”, conclui a universidade. 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Construir uma eco casa em três dias


Depois de se decidirem pela construção de uma casa nova, os futuros proprietários têm de esperar meses e anos até poderem lá entrar e começar a gozar o espaço. No entanto, há cada vez mais empresas a construir estruturas modulares que demoram semanas e até dias a montar – e ainda hoje lhe trouxemos uma casa que se monta em nove dias e é totalmente reciclada e reutilizada.
Em Portugal, a arquitectura modular tem no Sistema Gomos um dos seus representantes – trata-se de um projecto de Investigação & Desenvolvimento empresarial que consiste num sistema único de construção modular e que cada módulo sai de fábrica completamente pronto, incluindo os acabamentos interiores e exteriores, caixilharias, instalações de água e electricidade e peças de mobiliário fixas.

Assim, e de acordo com o Inhabitat, o Sistema Gomos garante a construção de uma casa, num determinado local, em apenas três dias. O processo de construção tem quatro fases: produção dos módulos estruturais, revestimento e hardware, transporte e montangem – uma espécie de versão Ikea para as nossas casas.
Liderado pelo arquitecto Samuel Gonçalves, o projecto juntou 20 empresas na construção desta casa em Arouca – a primeira a utilizar o Sistema Gomos – e que pode ver na nossa galeria.
Fonte: Inhabitat

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Casas debaixo de água

Um arquiteto belga está a planear a construção de um complexo que vai permitir viver, trabalhar e relaxar debaixo de água. E todos os edifícios serão feitos com o lixo acumulado no mar. Ora veja.

Vincent Callebaut Green Architectures/ Facebook


A vida debaixo do mar pode deixar de ser exclusiva da imaginação da Disney e afims. O arquiteto belga Vincent Callebaut revelou que está a planear a construção de uma aldeia ecológica subaquática capaz de acolher até 20 mil pessoas.”Aequoera” é o nome do projeto que inclui várias células presas ao fundo do mar através de um pilar em espiral coberto com raízes de mangais.
O projeto, que ainda está em fase de desenvolvimento, deverá ser posto em prática no Rio de Janeiro (Brasil) e nas cinco principais zonas de correntes oceânicas. Cada uma das células terá 500 metros de comprimento e 1000 metros de profundidade, o que resultará em 250 andares para habitação, laboratórios, escritórios, espaços agrícolas, jardins de coral e lagos de purificação de água. Cada casa (serão 10 mil habitações) vai ter entre 25 e 250 metros quadrados de área.
Estas casas exigirão um investimento de 1950 euros por metro quadrado e deverão ser impressas em 3D com recurso ao lixo acumulado na Grande Porção de Lixo do Pacífico, também chamado de “sétimo continente” e que inclui partículas poluentes que formam uma massa com 680 mil quilómetros quadrados de área. Tudo isto é explicado numa extensa carta aberta escrita por Océane, uma hipotética habitante do projeto Aequoera em 2065.
Agora, Vincent Callebaut está a estudar que ameaça oferecem as correntes fortes, os terramotos e as tempestades para a estabilidade da aldeia que está a planear construir. Mas o arquiteto acredita que a forma espiral do edifício contraria os movimentos marítimos, compensando a energia aplicada na construção, explica a CNN

terça-feira, 15 de setembro de 2015

ARQUITECTO VASCO VIEIRA NOMEADO EM 2 CATEGORIAS NO INTERNATIONAL DESIGN & ARCHITECTURE AWARDS 2015

Portugal pode vir a ser premiado nos óscares internacionais de design e arquitetura que estão a decorrer em Londres.

O arquiteto português Vasco Vieira foi a concurso com uma piscina e uma moradia construídas no Algarve e agora integra a lista dos mais votados entre centenas de participantes do mundo inteiro.

O jovem arquiteto fala das casas de luxo como um mercado que sobreviveu à crise e garante que o conceito que utiliza nos projetos, também é possível a custos reduzidos.

Para votar clique aqui

Ver Vídeo da Noticia

Fonte: RTP

Casas Contentor – As vantagens são notáveis

Com características modulares com base nas formas geométricas dos contentores, a criação de casas parece uma brincadeira com peças de lego gigantes. Mas são casas reais, que estão a ser construídas a partir de contentores.
As vantagens são notáveis: baixo custo, redução de  tempo de obra bastante reduzido além de ter como ponto de partida valores socialmente correctos como a reciclagem e a sustentabilidade. 
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