Mostrar mensagens com a etiqueta arquitectura ecológica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arquitectura ecológica. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de março de 2017

25 Dicas Para Uma Casa Mais Sustentável



25 sugestões para “poupar na sua carteira” ao mesmo tempo que “poupa no ambiente”.


1 - Prefira uma casa mais eficiente energeticamente

A localização de um edifício é muito importante no que respeita às necessidades térmicas e consumo de energia. Destas necessidades resulta o Certificado Energético que é obrigatório apresentar para a venda ou arrendamento. Este apresenta um conjunto de informações atribuindo uma classificação A+ (mais eficiente) até F (menos eficiente) e é válido por 10 anos.

2 - Prefira um local arejado e bem servido de transportes públicos

Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho, desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente mais saudável.

3 - Tire partido do Sol para aquecimento

O Sol é a nossa maior fonte de energia. Pode usa-lo em seu benefício escolhendo uma casa maioritariamente orientada a Sul. Assim é possível controlar a radiação. Quando a deixamos incidir nas janelas de vidro, o espaço interior aquece de forma natural.

4 - Impeça o sol de incidir nas janelas durante a estação de Verão

Verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno).

5 - Controle as janelas orientadas a nascente (Este) e/ou poente (Oeste).

Nestas orientações são obrigatoriamente necessárias proteções exteriores, pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo, durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro, pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente.

6 - Reserve a orientação Norte a divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhumas) para o exterior.

Como W.C.s e arrumos. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através do vidro durante a estação fria.

7 - A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área de pavimento dessa divisão

As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria, o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito.

8 - Tire partido do Sol para iluminação

Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte de luz natural para divisões não iluminadas que canalizam a luz do exterior para o interior.

9 - Opte por lâmpadas de baixo consumo

Sempre que necessária a iluminação artificial prefira a localizada (só apenas onde é de facto necessária).

10 - Prefira, sempre que possível, electrodomésticos de Classe A++

São mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário do que se pensa não são necessariamente mais caros.

11 - Verifique na Ficha Técnica da Habitação (FTH)

Aqui é apresentado o tipo de construção. As soluções construtivas adotadas são determinantes para uma casa confortável do ponto de vista térmico e para evitar futuras obras de reparação. Deverá optar por soluções de parede exterior com isolamento pelo exterior da parede e se possível, opte pela instalação de vegetação no lado exterior da parede.

12 - Prefira um material de isolamento com um baixo índice de condutibilidade térmica mas com baixo teor de energia incorporada

O isolamento térmico se bem colocado evita perdas de calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma temperatura constante no interior de sua casa.

13 - Verifique as caixilharias e o vidro

Aquelas com corte térmico (são fabricadas de forma a promover uma redução da transmissão térmica entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista de conservação de energia.

14 - Dê especial importância aos materiais utilizados

Prefira os recomendados pelo PCS. Na base de ecoprodutos poderá encontrar os materiais mais adequados, informando-o sobre o poder de reutilização ou reciclagem e ainda sobre o seu impacte ambiental.

15 - É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE

Nos casos mais importantes, solicite os certificados de conformidade de acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos.

16 - Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente isolada

Poderá fazê-lo através da FTH. Prefira, se possível, as coberturas verdes. Consulte as soluções construtivas recomendadas no PCS.

17 - No pavimento em contacto com o solo, opte por isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água

Pode ainda optar por uma caixa-de-ar. Verifique ainda se possui impermeabilização para evitar perdas térmicas ou outras patologias associadas através do solo.

18 - Promova durante a utilização, renovações do ar interior

É muito importante para que se mantenham as condições de salubridade no interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes.

19 - Atenção às cores utilizadas nas fachadas e coberturas

Estas também influenciam o conforto térmico. Seja selectivo na escolha da cor de sua casa, considerando que, as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras.

20 - Se possível instale equipamentos que promovem o consumo de energia renovável

De entre os vários existentes no mercado destacam-se:
  • painéis solares térmicos que captam a energia do Sol e a transformam calor;
  • painéis solares fotovoltaicos que por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol é convertida em energia eléctrica;
  • bombas de calor geotérmicas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento do ambiente;
  • mini-turbinas eólicas o vento aciona estes sistemas para fornecer eletricidade a uma microescala
  • sistemas de aquecimento a biomassa que pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica.


21 - Poupe água

Existem no mercado torneiras de regulação do fluxo de água, que permitem reduzir o caudal estimulando a poupança deste recurso. Se a casa que vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de caudal.

22 - Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla descarga que induzem poupança de água

Pode colocar uma garrafa de plástico, dentro do autoclismo para diminuir o consumo de água em cada descarga.

23 - Se possível instale mini estações de tratamento de água ou mini cisternas de armazenamento de águas pluviais

A água armazenada e/ou tratada pode ser usada em descargas não potáveis.

24 - Verifique se no prédio existe espaço destinado a contentores adequados à separação de resíduos domésticos

No caso de vir a habitar um edifício de vários condóminos.

25 - Coloque em sua casa um depósito de separação de resíduos domésticos

Pelo menos com três divisões para estimular a separação destes resíduos.

Para terminar…

se tiver oportunidade de reabilitar em vez de construir de novo, e se essa opção for economicamente viável, está desde logo a ter uma atitude mais sustentável.

R E A B I L I T E !

segunda-feira, 6 de março de 2017

Dois mil livros gratuitos sobre bioconstrução e permacultura


A plataforma virtual Ideas Verdes disponibilizou uma biblioteca com mais de dois mil livros, artigos e documentos gratuitos sobre bioconstrução, permacultura, agroecologia e sustentabilidade. Assuntos que desde os anos 1990 vêm sendo discutidos na agenda global e que na última década ganharam ainda mais peso devido aos efeitos já sensíveis da mudança climática em diversas partes do mundo, a biblioteca gratuita, com títulos em espanhol e inglês, pode ser uma fonte bastante útil para arquitetos, planejadores e paisagistas.
Em sua página oficial, a plataforma compilou uma lista resumida de títulos voltados ao estudo da permacultura, agroecologia e bioconstrução. Veja as sugestões a seguir: 

PERMACULTURA  E AGROECOLOGIA

  • John Seymour – El Agricultor Autosuficiente
  • John Seymour – La Vida En El Campo
  • Fukuoka – La Revolucion De Una Brizna De Paja
  • Fukuoka – La Senda Del Cultivo Natural
  • Bill Mollison – Introduccion A La Permacultura 
  • Bill Mollison – La Parabola Del Pollo
  • Bill Mollison – El Momento Mas Terrible Del Dia
  • David Holmgren – La escencia de la permacultura 
  • David Holmgren – Dinero Vs Energía fósil 
  • Emilia Hazelip – Coleccion De Agricultura Sinergica
  • Jairo Restrepo – ABC agricultura organica y harina de rocas
  • Jairo Restrepo – Abonos Organicos Fermentados
  • G.E. Xoriguer – Manual Practico para Construir Cajas Nidos
  • Mariano Bueno – Como Hacer Un Buen Compost
  • Josep Rosello – Como Obtener Tus Propias Semillas
  • Jerome Goust – El Placer De Obtener Tus Semillas
  • J. Fernandez-Pola – Cultivo De Plantas Medicinales Y Aromaticas

 BIOCONSTRUÇÃO

  • Predes – Construccion De Vivienda En Adobe
  • Gernot Minke – Manual De Construcción Con Paja
  • Gernot Minke – Manual De Construccion En Tierra
  • Gernot Minke – Techos Verdes
  • Johan Van Lengen – Cantos Del Arquitecto Descalzo
  • Johnny Salazar – Construyendo Con COB
  • Elias Rosales Escalante – Manual De Tratamiento De Aguas Grises
  • Bill Steen – La Casa De Fardos De Paja
  • Lourdes Castillo Castillo – Sanitario Ecológico Seco
  • Gustavo San Juan – Manual De Construccion De Calentador Solar De Agua
  • Pedro M. Molina – Como Hacer Hornos De Barro
Para acessar os mais de dois mil livros gratuitos para download clique aqui e navegue na biblioteca digital do Ideas Verdes.

domingo, 5 de março de 2017

Eco Casas - Orientação Solar




A orientação solar de um edifício é muito importante para que se possa fazer um aproveitamento da energia solar, contribuindo assim para o bom desempenho energético de um edifício.

Em Portugal, de acordo com a sua situação geográfica, o quadrante Sul é aquele que recebe maior radiação solar ao longo do dia. Este será portanto a orientação privilegiada para fazer o aproveitamento dos ganhos solares. 

Por oposição, o quadrante Norte será aquele que menor quantidade de radiação solar directa recebe, chegando mesmo a não receber radiação. Nesta orientação irão assim verificar-se perdas térmicas.

A Nascente verificam-se a radiação solar directa ao longo do período da manhã, contrariamente a Poente que só receberá radiação solar directa no período da tarde.



Tendo esta informação como ponto de partida, devem ser desenvolvidas estratégias para fazer o adequado aproveitamento da energia solar, em termos térmicos como em termos de iluminação, reduzindo assim as necessidades energéticas da habitação.

ILUMINAÇÃO NATURAL
A luz natural é mais confortável para o olho humano comparativamente à luz artificial, sendo por isso vantajoso o seu aproveitamento sempre que possível. A luz artificial deve ser utilizada como complemento à utilização da luz natural.

Utilização de cores claras nas superfícies ajuda à reflexão da luz natural.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Casa low cost e sustentável


Há dez anos, estudantes de arquitectura da Universidade de Auburn, no estado norte-americano do Alabama, desenharam uma casa low cost e sustentável para a comunidade pobre, uma iniciativa denominada 20K Project – 20K significa o custo das casas, 20.000 dólares, cerca de €18.000.
Agora, a universidade espera transformar este design numa experiência real de construção em massa, o que está previsto, numa primeira fase, numa parceria com a vila de Serenbe, em Chattahoochee Hills, no estado da Geórgia.

Segundo o Inhabitat, a parceria entre a universidade e a comunidade de Serenbe vai permitir aos actuais alunos a primeira oportunidade de trabalhar com um construtor profissional e desenvolver todas as fases do projecto, incluindo o zoneamento e verificar se todas as regras de construção são cumpridas.
Em contrapartida a comunidade de Serenbe vai receber dois estúdios de trabalho que serão utilizados pelo programa anual de recebimento de artistas, o Serenbe Art Farm.
O projecto 20K começou em 2005 como pesquisa para criar uma casa barata e com um design atraente que pudesse ser paga ou arrendada por cidadãos que vivessem na dependência da segurança social – ou seja, não pudesse contrair um empréstimo para comprar casa. Até agora, os estudantes desenharam e construíram 17 protótipos low-cost que incluem modelos de um ou dois quartos.

Com 51 metros quadrados, cada uma destas casas utilizam materiais avaliados em €12.000. “Um vez concluídos os testes de campo, o nosso grande objectivo é desenvolver uma série de documentos de construção com todas as especificações para construir uma casa igual na nossa região”, conclui a universidade. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Casas em super adobe


O tijolo de adobe é um material usado na construção civil. É considerado um dos antecedentes históricos do tijolo de barro e seu processo construtivo é uma forma rudimentar de alvenaria.

O adobe foi utilizado em diversas partes do mundo, especialmente nas regiões quentes e secas, mas com o advento da industrialização no século XIX, as técnicas em arquitectura de terra foram, aos poucos, sendo abandonadas. Porém, podemos afirmar que estamos vivendo momentos de rompimento do preconceito de utilização deste material, com um novo olhar sobre a arquitectura, uma vez que esta se mostra ecológica e sustentável, por não acarretar desmatamento e emissão de gases com efeito de estufa na atmosfera como os tijolos cozidos.

A construção feita com este tijolo torna-se muito resistente, e o interior das casas muito fresco, suportando muito bem as altas temperaturas. Em regiões de clima quente e seco é comum o calor intenso durante o dia e sensíveis quedas de temperatura à noite, a inércia térmica garantida pelo adobe minimiza esta variação térmica no interior da construção. É por isso que actualmente vemos novas abordagens à construção com este tipo de material, como por exemplo a feita pelo arquitecto Nader Khalili, iraniano de nascimento, californiano por adopção, que desde finais dos anos setenta, desenvolveu na empresa que trabalha, a Cal-Earth, o que designou por “super adobe”, uma técnica de construção à base de sacos de areia e arame, à prova de terramotos, segundo o próprio.
Ainda segundo ele: “A terra é o material mais ecológico, abundante e duradouro que existe, e além disso encontra-se em qualquer local! Mil milhões de pessoas em todo o mundo precisam de habitação ou as suas casas são débeis e caem facilmente, e com o meu sistema isto não ocorre”.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Casas Adormecidas


Um pouco por todo o país existem casas que parecem dormir. Estão apenas à espera que alguém se apaixone por elas, as recupere e desperte para uma nova vida. São muitas as aldeias, do Minho ao Algarve, cheias de casas antigas, tantas vezes degradadas e abandonadas. De pedra, xisto, taipa ou adobe, estas são casas adormecidas, mas que a qualquer momento podem despertar.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Casa Flintstones - Flintstone Home

Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USA

Flintstones home Malibu 2 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USA
With witty situations and original characters, the Flintstones became one of the most famous cartoons of all time. But who would have thought that its rocky homes could ever compete with the modern, minimalist residences that are so sought after today? Owned by American game-host Dick Clark and currently up for sale here, this one-of-a-kind home in Malibu, USA, not only comes with a great theme, but also with extensive views of the Pacific Ocean, Boney Mountains and Los Angeles. Seemed to have sprung out from the Stone Age town of Bedrock, the unusual crib displays impressive organic walls, defined by irregular shapes, furniture seamlessly blending with the cave-like interiors and glass windows with stunning vistas. Strangely enough, the overall feeling of this Flintstones inspired project is that of a cozy and original home, difficult not to make an impression to anyone visiting it.
Flintstones home Malibu 7 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 6 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 4 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 5 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 1 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 8 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 9 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 10 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 11 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 12 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USAFlintstones home Malibu 3 Flintstone Home Inspires Contemporary Residence in Malibu, USA

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Arquitectura Ecológica ou Sustentável




AFINAL, O QUE É A ARQUITECTURA ECOLÓGICA OU SUSTENTÁVEL?

É uma forma alternativa de pensar, projectar e construir edificações baseados no paradigma da Ecologia Ambiental. Trata-se de pensar o habitat como um espaço para a protecção (segurança física) mas também para a promoção da saúde do corpo e do espírito, e não só como resposta a uma função e a uma estética.

A eco-habitação deve ser pensada como um organismo vivo que respeita as leis naturais.

Os materiais usados devem respeitar o mais possível a relação com o ambiente, sendo de evitar a incorporação de produtos químicos, à semelhança do que já acontece com a agricultura biológica.

Se as roupas são a nossa segunda pele, a terceira são as paredes dos edifícios onde nos abrigamos. Assim, como passámos a usar, em muitos casos, tecidos naturais em detrimento dos produtos sintéticos, devemos passar a exigir uma qualidade construtiva superior, baseada nos princípios da ecologia.

Uma parede que separa o interior do exterior de uma habitação, construída com base nos princípios ecológicos, não é um elemento neutro. É um elemento “vivo” que “respira”, pois absorve a humidade, o calor e o frio.

Partilhe esta ideia!
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Chaminé em Tijolo Burro



O tijolo burro é utilizado na construção há vários milénios, não tendo as suas caracteristicas variado significativamente ao longo dos anos, uma vez que tal como nos primórdios continua a ser fabricado com a mesma matéria prima, a argila (terracota). 

O tijolo burro é fabricado a partir de argila extraída em barreiros próprios, que depois de triturada e moída é amassada, podendo então ser moldada com o formato desejado, neste caso o tijolo burro. Após um periodo de secagem que varia de acordo com as condições metereológicas ( o tempo de secagem depende do calor e da humidade do ar) e que pode ir de 5 a 30 dias, o tijolo burro, ainda cru, é introduzido no forno onde será cozido a uma temperatura de aproximadamente 1100º.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Casa construída com garrafas de plástico - Nigéria


A Associação de Desenvolvimento de Energias Renováveis (DARE), na Nigéria, descobriu uma nova solução para pessoas que necessitam de um lar. A solução foi encontrada em garrafas de plástico desperdiçadas.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...