Mostrar mensagens com a etiqueta Eco-Construção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eco-Construção. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Taipeiros - Casas em Terra
Em Portugal existem grandes manchas de construção em terra, tanto no Alentejo como no Algarve, sendo comum há umas décadas atrás, ver taipeiros aos pares sobre as paredes apiloando a terra à cadência certa de uma canção própria.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Etiquetas:
Casas em Taipa,
Casas em Terra,
casas em terra crua,
Construção Ecológica,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Green Building,
Green Homes,
Taipeiros
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Casa construída com garrafas de plástico - Nigéria
A Associação de Desenvolvimento de Energias Renováveis (DARE), na Nigéria, descobriu uma nova solução para pessoas que necessitam de um lar. A solução foi encontrada em garrafas de plástico desperdiçadas.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/
Etiquetas:
arquitectura ecológica,
Bioconstrução,
Casas Ecológicas,
Construção em terra,
construção sustentável,
Eco Home,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Green Building,
Green Homes
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Casas de taipa e palha
A terra como matéria-prima na elevação de alvenarias, de abóbadas e de outros elementos construtivos tem sido empregada desde o período pré-histórico. Na Turquia, na Assíria e em outros lugares no Oriente Médio foram encontradas construções com terra apiloada ou moldada, datando de entre 9000 e 5000 A.C. (Minke, 2001).
No Egipto antigo os adobes de terra crua, assentados com finas camadas de areia, eram utilizados na edificação de fortificações e residências, e uma espécie de argamassa feita de argila e areia era material de preenchimento de lajes de cobertura estruturadas com troncos roliços. As muralhas da China também foram edificadas com argila apiloada entre alvenarias duplas de pedra.
O termo taipa, genericamente empregado, significa a utilização de solo, argila ou terra como matéria-prima básica de construção. A origem, provavelmente árabe do vocábulo, entrou para a língua portuguesa por influência mourisca.
As referências do uso das taipas em Portugal são registradas pelos escritores desde a presença romana e traduz sempre o uso da terra como o componente mais importante. As regiões de Portugal que mais utilizaram e utilizam a taipa hoje em dia, são as regiões do Alentejo e Algarve.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Etiquetas:
Bio-Construções,
casas de taipa,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Green Building,
Green Homes,
permacultura
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Coberturas verdes ou ajardinadas
Sendo um tipo de cobertura muito especifica é necessário ter especial atenção à impermeabilização já que a presença da água é constante devido à existência de terra e plantas. A camada drenante deverá por isso ser constituída por um elemento filtrante permeável à água mas capaz de reter os elementos vegetais mais finos.
Vantagens
Ambientais
- Combatem o efeito ilha de calor urbano, fenómeno responsável pelo aumento de temperatura dentro do perímetro das cidades, devido ao aquecimento provocado por emissores de CO2 como veículos e aparelhos de ar-condicionado, assim como pela energia solar absorvida pelas superfícies das construções urbanas, depois libertada para a atmosfera em forma de calor.
- Melhoram a qualidade do ar, devido à capacidade libertação de oxigénio e de absorção de CO2 das plantas e árvores.
- Filtram o Ar, absorvendo partículas de pó.
- Absorve a precipitação, o que resulta em menos 70% das águas pluviais, e consequente redução da pressão nos esgotos da cidade.
- Aumenta os espaços de habitat para a fauna local, como pássaros, insectos e outros pequenos animais.
- Reduz a emissões de CO2 do edifício, as suas propriedades isolantes baixam os consumos energéticos.
Sociais
- Proporcionam espaços agradáveis à vista, com possibilidade de uso para lazer, a nível público (jardim ou parque urbano), e agricultura urbana.
Económicas
- Aumento da eficiência energética nos edifícios pelas suas propriedades isolantes, reduzindo assim os custos de aquecimento e refrigeração sem necessitar de outro isolamento térmico. Durante o Verão protege o edifício da insolação directa e no Inverno reduz as perdas de calor.
- Maior longevidade da cobertura, durando cerca do dobro do tempo das coberturas planas tradicionais
- Reduz os gastos em comida e deslocação, ao proporcionar um espaço de agricultura urbana .
Para o edifício
- Reduz a incidência de ventos.
- Melhora o isolamento acústico do edifício.
Desvantagens
- Sistema construtivo mais caro, mas rapidamente compensado pela poupança energética.
- Custos de manutenção podem ser maiores, dependendo do tipo de cobertura verde.
- Restrições ao nível do clima (por exemplo: zonas com muito vento não são propícias a jardins nas coberturas)
- Sistemas de escoamento mais complexos, que saem mais caros em caso de necessitarem de reparação
- Alguns tipos de coberturas verdes necessitam de estruturas mais resistentes para suportar o peso adicional.
A maior parte das coberturas verdes têm todas os mesmos componentes básicos: Membranas Impermeáveis e resistentes às raízes, um sistema de drenagem, um filtro geotêxtil e plantas.
EcoCasa Portuguesa
Etiquetas:
Arquitectura Bioclimática,
arrefecimento passivo,
climatização,
coberturas,
Coberturas verdes,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Green Roof,
Telhados Verdes
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Eco-Casas
O verdadeiro luxo consiste em viver numa casa que se adapte perfeitamente aos hábitos e modo de vida de quem a habite.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocas
Etiquetas:
Construção Ecológica,
construção sustentável,
Eco- habitação,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Eficiência Energética,
Green Building,
Green Homes
domingo, 23 de outubro de 2011
Casas em Taipa - Pisar a Terra Nua e Crua
Há mestres construtores que levantam casas em terra crua. Isto desde o tempo em que Cristo andava pelo mundo. Deitam a terra entre dois taipais de madeira, fecham os topos com comportas, apertam tudo com agulhas de ferro, costeiros e cordas e pisando-a com maços, levantam paredes. Esses especialistas eram – porque hoje já quase não existem – os construtores da taipa, pedreiros que, além desta, dominavam outras técnicas de construção.
A maior parte do Alentejo abrigou as suas gentes em casas de taipa. Casas senhoriais de impressionante traçado foram assim construídas, sirva como exemplo o Paço Ducal de Vila Viçosa. Outras vezes eram construções de somente quatro paredes, quase sem compartimentos, como as pobres casas do Castelo, em Serpa.
Construir em taipa é uma forma de utilizar o mais singelo e comum dos materiais: a terra. A pedra há que procurá-la aqui e ali, ajeitá-la, parti-la. O tijolo há que moldá-lo do barro, secá-lo, cozê-lo, dispô-lo um sobre o outro. A terra, de onde vimos e aonde retornamos, é outra coisa. Está à mão. Existe em toda a parte. Há só que compactá-la para que ganhe resistência. Prensá-la de forma adequada, para que se transforme em barreira contra a intempérie. É uma invenção quase óbvia do homem.
(…)
(do livro Margem Esquerda do Guadiana de João Mário Caldeira)
(…)
(do livro Margem Esquerda do Guadiana de João Mário Caldeira)
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Etiquetas:
Alentejo,
Casas,
casas de taipa,
Casas em Taipa,
casas em terra crua,
Construção em terra,
construção sustentável,
Eco-Construção,
Eco-desenvolvimento,
EcoCasa Portuguesa,
mestres construtores,
Taipa
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Casas para o presente e futuro
EcoCasa Portuguesa o “estado da arte”, do cruzamento entre arquitectura, energia e ecologia, o ponto máximo das técnicas e tecnologias passivas e possíveis.
Os principais objectivos deste projecto são atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re) construir edifícios e espaços. Para tal, serão convidados todos aqueles/as que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais aportando valor acrescentado à qualidade de vida.
Junte-se a nós!
EcoCasa Portuguesa
Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
Etiquetas:
Arquitectura,
Arquitectura de Terra,
Casas Saudáveis,
Construção Ecológica,
construções sustentáveis,
Design,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
ecologia
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Simulador de Eficiência Energética CasA+
A ADENE – Agência para a Energia convida-o a experimentar o simulador de eficiência energética em edifícios CasA+, através do qual poderá realizar de forma simples e interactiva o levantamento da eficiência energética e do impacto ecológico da sua habitação e ficar ainda a conhecer sugestões para melhorar o desempenho energético em áreas como aquecimento, arrefecimento e águas sanitárias.
Aceda a www.casamais.adene.pt
EcoCasa Portuguesa
Portugal a cooperar! Um projecto. Uma Eco Casa. E... todos os portugueses!
Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
http://www.facebook.com/ecocas
Etiquetas:
ADENE,
Agência para a Energia,
águas sanitárias,
aquecimento,
arrefecimento,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Eficiência Energética,
habitação,
impacto ecológico
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Gerar a sua própria energia
As tecnologias de energias renováveis como os painéis solares, micro-turbinas eólicas e aquecimento a biomassa estão a tornar-se cada vez mais populares e permitem-lhe gerar a sua própria energia.
Assumem-se como alternativas efetivas aos combustíveis fósseis e permitem a auto-produção de energia permitindo reduzir as emissões de dióxido de carbono.
As energias renováveis derivam de fontes inesgotáveis como o sol, o vento e água. A utilização destas fontes de energia permite reduzir a nossa dependência de combustíveis fósseis que contribuem para as alterações climáticas.
Saiba mais sobre o funcionamento destas tecnologias, bem como sobre a legislação em vigor.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Conheça também a oferta de microgeração da EDP.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Transformando dunas em arquitectura
sábado, 8 de outubro de 2011
Telhas Solares Fotovoltaicas
O projecto ‘Solar Tiles’, da Universidade do Minho e da Nova de Lisboa, é apresentado como ‘inovador’ em termos de tecnologia e investigação a ‘nível mundial’, no aproveitamento da energia solar através de telhas fotovoltaicas.
O projecto ‘Solar Tiles’, da Universidade do Minho e da Nova de Lisboa, é apresentado como ‘inovador’ em termos de tecnologia e investigação a ‘nível mundial’, no aproveitamento da energia solar através de telhas fotovoltaicas. Em breve, poderá surgir no mercado a nova telha, produtora de energia e também esteticamente atractiva, que suscita interesse de privados.
Quem pensa nas telhas de uma qualquer casa assume que elas têm apenas o papel de proteger a casa do clima, mas um grupo de investigadores das universidades do Minho e da Nova de Lisboa está a desenvolver um projecto de construção de telhas com capacidade de produzir energia fotovoltaica. Um dia destes, todo o telhado de uma habitação será o seu principal ponto de fornecimento de energia, garantem os especialistas. Este projecto até já tem empresas interessadas e nesta altura está na fase de protótipo, como um segredo bem guardado.
A demanda energética a que temos assistido nos últimos anos tem levado à necessidade de exploração de novas fontes de energia, começa por recordar, ao DN, Vasco Teixeira, coordenador do Grupo de Revestimentos Funcionais (GRF) do Centro de Física da Universidade do Minho (CFUM). É aqui que “entra” o projecto Solar Tiles. “O mais importante e abundante recurso que nos é naturalmente oferecido é o Sol, apresentando-se como uma inesgotável, e amiga do ambiente, fonte de energia. A sua radiação pode ser convertida em energia eléctrica devido ao efeito fotovoltaico”, justifica.
Esta tecnologia, acrescenta o docente, tem sido alvo de grande interesse por ser geradora de “uma energia eléctrica amiga do ambiente e economicamente atractiva”. Tecnicamente, a produção dos equipamentos conversores baseia-se em estruturas multicamada de silício microcristalino, na forma de painéis fotovoltaicos, e “que se encontram actualmente disponíveis no mercado”.
Aqui surge o primeiro problema. Apesar da utilidade energética, coloca-se a “aparência inestética” destes equipamentos, e a maior preocupação centra-se na melhoria da sua actual forma comercial. “Para colmatar esta faceta menos harmoniosa tem vindo a criar-se um novo conceito, Building Integrated Photovoltaics, que consiste em aplicar os referidos equipamentos como elementos estruturantes dos edifícios, podendo substituir os materiais de construção convencionais.”
Ou seja, este conceito visa tornar os equipamentos geradores (painéis fotovoltaicos) em componentes de construção que “possam ser integrados de uma forma estética e harmoniosa na construção de edifícios com design contemporâneo, amigos do ambiente e energeticamente auto-sustentáveis”. Segundo Vasco Teixeira, a forma mais prática de o conseguir passa por produzir as células fotovoltaicas sobre os materiais actualmente utilizados na construção, nomeadamente os cerâmicos convencionais, usuais no revestimento das coberturas e fachadas.
Um conceito que na sua forma original até nem é nova, já que existem actualmente no mercado diversas variantes da “telha fotovoltaica”. “Contudo, estes conceitos baseiam–se em telhas planas que recorrem a tecnologia de silício cristalino e não de filme fino incorporado directamente na telha”, aponta o investigador, que sublinha que o fabrico dos revestimentos para as células solares “baseia-se em processos atomísticos em vácuo, amigos do ambiente”. Telhas “bonitas” e “energéticas”, eis o propósito final.
O projecto Solar Tiles é um dos vários em curso na Universidade do Minho, no domínio da energia. A investigação centra-se em torno dos painéis fotovoltaicos, “para tentar aumentar a sua eficiência na transformação de energia luminosa em eléctrica, utilizando materiais poliméricos”, explica a universidade. A investigação já dura há dois anos, mas o novo produto só será apresentado em 2011.
Via: Portal Energias Renovaveis
Etiquetas:
construção sustentável,
desempenho energético,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
energia solar,
energias renováveis,
Solar Tiles,
Telhas Solares Fotovoltaicas
Solar Decathlon 2011
A construção sustentável, com casas mais amigas do ambiente e famílias mais ecológicas, é o futuro. Já não é possível voltar atrás.
Ainda bem que assim é.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Etiquetas:
Architecture,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Energy,
Engineering,
Grad,
Green Building,
Solar,
Solar Decathlon 2011,
SolarDecathlon
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO - ENVIDRAÇADOS
As superfícies envidraçadas adquirem uma especial importância uma vez que contribuem significativamente para o conforto no interior da habitação. Devem ser estanques à água, permeáveis ao ar e resistentes à acção do vento.
De acordo com as suas características e orientação solar poderá ser feito ou não o aproveitamento passivo da radiação solar. O tipo de caixilho, tipo de vidro e o tipo de sombreamento irão permitir maiores ou menores trocas térmicas entre o interior e o exterior.
Assim, os vidros devem ser duplos e os caixilhos devem ser eficientes. Existem no mercado várias opções quanto ao tipo de material de caixilho – madeira, alumínio, pvc – e devendo optar-se por aqueles que sejam mais amigos do ambiente e com melhor desempenho energético.
Deve ser dada também dada especial atenção à sua protecção– o sombreamento deve ser feito de forma eficiente e, sempre que possível, pelo lado exterior e interior (caso não seja possível, preferencialmente pelo lado exterior). Exteriormente, pode ser feita através de elementos fixos na fachada, de que são exemplo as palas, ou por dispositivos móveis (por exemplo, estores). Pelo lado interior, é usual, e eficiente, o uso de estores ou cortinados de tecido.
Caso se usem estores é importante verificar se a caixa de estore se encontra isolada adequadamente para que se evitem as infiltrações de ar indesejadas que se tornam incómodas e aumentam o desconforto no interior. É também importante que se encontre devidamente impermeabilizada para que este não seja um ponto de entrada de água.
Por estes motivos é fundamental que estes elementos sejam de qualidade e devidamente utilizados para que se consiga tirar partido do seu comportamento e assim alcançar o conforto no interior da habitação.
http://www.facebook.com/ecocas
terça-feira, 4 de outubro de 2011
ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO - COBERTURAS
As coberturas devem responder a algumas exigências funcionais. Entre elas, devem responder às exigências de segurança (seja estrutural, contra risco de incêndio ou decorrentes do próprio uso corrente da habitação), exigências de habitabilidade (falamos de estanquidade, conforto higrotérmico, acústico, visual, etc.) e exigências de economia (quer em termos de custos e de durabilidade).
Devido à sua localização na construção, estão sujeitas a inúmeras acções ao longo do dia, e do ano. Entre essas acções podemos salientar a radiação solar recebida, a acção do vento e a presença da água, daí que seja fundamental que estas se encontrem devidamente impermeabilizadas e termicamente isoladas. Deste modo, evitar-se-á o sobreaquecimento no Verão e as perdas térmicas serão minimizadas no Inverno.
Estas podem ser coberturas planas – não acessíveis, acessíveis a pessoas (terraços), ou acessíveis a veículos –, coberturas inclinadas (que normalmente chamamos telhados), ou coberturas verdes/ ajardinadas.
Coberturas Planas
As coberturas planas são caracterizadas por serem praticamente planas (a sua inclinação é praticamente inexistente, apenas a suficiente para fazer o escoamento das águas) e, regra geral, compostas por 5 elementos. A ordem de colocação de alguns elementos pode variar de acordo com o tipo de cobertura plana – tradicional ou invertida – e com o seu uso final.
Numa cobertura plana tradicional, esses elementos serão colocados sensivelmente pela seguinte ordem: estrutura de suporte, camada de forma (que irá formar a pendente necessária para correcto escoamento das águas), isolamento térmico, impermeabilização e camada de protecção – que irá variar de acordo com o tipo de utilização (por exemplo, o tipo de protecção será diferente se for acessível apenas a pessoas ou se for acessível a veículos).
Na solução de cobertura plana invertida, a ordem de colocação dos vários elementos será diferente da solução de cobertura plana tradicional – o isolamento térmico é colocado sobre a camada de impermeabilização.
Cobertura Inclinada
Em Portugal, este tipo de coberturas é habitualmente revestido com telhas cerâmicas. São coberturas onde a estanquidade estará garantida pela inclinação da cobertura e pelo seu revestimento.
O seu isolamento térmico pode estar colocado em vários locais/ posições. Pode ser colocado pelo lado inferior do revestimento da cobertura (sejam telhas cerâmicas ou outras, placas, chapas metálicas, entre outros), sob a estrutura de suporte (que também pode ser de vários materiais como, por exemplo, estrutura metálica ou estrutura de madeira) ou mesmo sobre a laje de esteira (neste caso dependerá do tipo de uso a dar ao desvão, ou mesmo da existência de laje de esteira).
Cobertura verde
As coberturas verdes são uma opção interessante, desde que bem executadas, uma vez que contribuem para o conforto no interior da habitação, para além de influenciar positivamente o microclima urbano. São ainda pouco comuns no nosso país.
Sendo um tipo de cobertura muito especifica é necessário ter especial atenção à impermeabilização já que a presença da água é constante devido à existência de terra e plantas. A camada drenante deverá por isso ser constituída por um elemento filtrante permeável à água mas capaz de reter os elementos vegetais mais finos.
Nos exemplos acima referidos, o isolamento térmico pode ainda ser colocado pelo lado interior da divisão, embora seja menos eficiente do que aquele que é colocado pelo lado exterior. Pelo lado interior, este pode ser colocado entre a estrutura resistente e o tecto falso (seja em camada ou mesmo como revestimento aderente à estrutura).
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO - PAVIMENTOS
O pavimento deve ser sempre adequado ao tipo de utilização para o qual é projectado para que possa dar uma resposta adequada às solicitações, nomeadamente quanto às cargas a que está sujeito e ao desgaste próprio da sua utilização.
Lajes em contacto com o solo
Uma laje ao nível do solo está sujeita a acções diferentes de uma laje intermédia numa construção ou até mesmo de uma laje de cobertura – os cuidados a ter com estes serão por isso diferentes.
Desde logo, as cargas estruturais a que estará sujeito serão menores uma vez que estas não serão descarregues na estrutura mas sim directamente no solo. Por outro lado é necessário ter um cuidado especial relativamente ao isolamento térmico e à impermeabilização.
O isolamento térmico destes pavimentos é igualmente importante. Uma vez que é parte da envolvente construída do edifício, deve estar devidamente isolado para minimizar as trocas térmicas do edifício em contacto com o solo, tornando assim o interior mais confortável.
Por estar em contacto com o solo, está particularmente sujeito à água presente no terreno, requerendo por isso a existência de elementos que façam a drenagem das águas e elementos que o impermeabilizem, impedindo o contacto entre a laje de pavimento e a humidade presente no terreno.
Lajes intermédias
As lajes intermédias fazem a divisão em altura dos pisos, suportando as suas cargas inerentes. Existem inúmeras soluções construtivas para estes elementos, bem como para os seus revestimentos, que irão proteger o suporte e contribuir para o conforto interior.
Num edifício, as suas exigências serão diferentes em relação às referidas para os pavimentos ao nível do solo e para as lajes de cobertura – as exigências de impermeabilização e de isolamento térmico não serão tão grandes como naqueles casos mas podem ser incorporados como complemento. Podem ainda possuir isolamento acústico, sistemas de aquecimento, entre outros.
Os pontos de ligação entre a laje e as paredes são extremamente importantes dado que podem originar pontes térmicas que irão comprometer o conforto no interior, e comprometer a durabilidade dos elementos. Assim, é conveniente que estes elementos estejam correctamente isolados pelo exterior – o que será mais simples e eficiente no caso das paredes simples com isolamento térmico pelo exterior, ao contrário de uma parede dupla.
Laje de cobertura
As coberturas são elementos que, devido à sua posição na construção, estão particularmente sujeitas às acções do vento, presença de água e radiação solar directa. Assim, é fundamental que estas se encontrem devidamente impermeabilizadas e termicamente isoladas. Deste modo, as grandes variações térmicas serão minimizadas, contribuindo assim para o aumento do conforto no interior.
Tratando-se de uma cobertura plana, e dependendo do tipo de utilização (não acessível, acessível a pessoas, acessível a veículos, verde), assim deverá ser seleccionado o tipo de revestimento, não esquecendo a sua impermeabilização e drenagens para que sejam garantidas todas as exigências funcionais.
Etiquetas:
coberturas,
construção sustentável,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
Laje de cobertura,
Lajes em contacto com o solo,
Lajes intermédias,
pavimento
domingo, 2 de outubro de 2011
ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO - PAREDES
As paredes exteriores, enquanto mediadoras entre o exterior e o interior de uma habitação, devem ser elementos da construção resistentes aos vários esforços e acções a que se encontram sujeitas e duráveis, para além de cumprirem a sua função estética (integração na paisagem envolvente e conjunto edificado).
Existem vários tipos de parede exterior, não só quanto às camadas que a compõem mas, também quanto ao tipo de materiais utilizados para a sua composição. Em qualquer uma delas é importante fazer o seu isolamento térmico para que resultem eficientes e minimizem as trocas térmicas entre o interior e o exterior, mantendo o conforto no interior.
Parede exterior simples
A parede exterior simples é composta apenas por um pano de parede ao qual é fixo uma camada de isolamento térmico pelo seu lado exterior, que posteriormente receberá um acabamento final. Para que este acabamento ofereça maior resistência às acções mecânicas e climatéricas, o revestimento é composto por armadura.
Quando bem dimensionada e elaborada segundo as regras da boa arte, apresentam um melhor desempenho térmico comparativamente às paredes exteriores duplas, uma vez que o isolamento térmico é aplicado de modo contínuo e pelo lado exterior.
Este sistema responde assim às crescentes preocupações ambientais e com o consumo de energia dos edifícios, uma vez que isola igualmente todo o edifício, evitando assim a formação de pontes térmicas, reduzindo a formação de condensações. Por outro lado, minimiza as trocas térmicas entre o interior e o exterior de forma mais eficiente.
Parede exterior dupla
Em Portugal, as paredes exteriores mais comuns são as paredes exteriores duplas. É um sistema amplamente divulgado composto por dois panos de alvenaria, um exterior e outro interior, paralelos (sem contacto entre eles), formando preferencialmente entre si um espaço de ar – onde se fará a recolha da eventual acumulação de água – e onde se deverá colocar o isolamento térmico, preenchendo parcialmente a caixa-de-ar.
Os dois panos de alvenaria podem ser compostos por vários tipos de materiais, como o tijolo de barro vermelho (maciço, com furação horizontal ou vertical), blocos de betão leve, blocos de betão celular, entre outros.
O espaço de ar entre os dois panos de alvenaria, a que chamamos caixa-de-ar, deve ser ventilado. Para permitir que a ventilação da caixa-de-ar seja possível devem existir, em cada piso e no pano de parede exterior, dois orifícios – um na parte superior e outro na base, que permitirá a drenagem de possíveis águas, resultado de algumas condensações. Deve possuir, na sua base, uma caleira com declive suficiente de modo a possibilitar a recolha da água através do sistema de drenagem.
A caixa-de-ar pode estar parcialmente preenchida com isolamento térmico, colocado preferencialmente junto ao pano de parede interior. É fundamental que a parede possua isolamento térmico, e que este esteja correctamente dimensionado de acordo com as necessidades energéticas. Pode ser feito com o recurso a vários materiais como, por exemplo, a cortiça.
O isolamento térmico deve ainda ser colocado de forma a evitar a formação de pontes térmicas – zonas sensíveis da construção que, por oferecerem uma menor resistência térmica, irão permitir a formação de condensações que irão originar o desenvolvimento de bolores, acumulação de fungos e bactérias que, consequentemente, comprometem a qualidade do ar interior e durabilidade dos vários elementos da construção. Geralmente, estas ocorrem em vigas e pilares.
Os materiais disponíveis no mercado para fazer o revestimento exterior de paredes exteriores duplas são de vários tipos. Aqueles que se usam com maior frequência são os elementos descontínuos (por exemplo, elementos de ardósia) ou revestimentos com materiais ligantes, hidráulicos ou sintéticos. Qualquer um deles deve ser permeável ao vapor de água, para permitir que o suporte “respire” evitando condensações no interior da parede mas, impermeável à água.
Tweet
ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA - CLIMATIZAÇÃO PASSIVA
ESTRATÉGIAS DE AQUECIMENTO PASSIVO
As estratégias de aquecimento passivo vão utilizar a energia solar para fazer o aquecimento da habitação, contribuindo para o conforto interior, sem recorrer a sistemas activos de climatização (com consequente consumo de energia, aumento da factura energética e aumento das emissões de gases de efeito de estufa).
Estas estratégias devem ser desenvolvidas tendo em conta a orientação solar, o correcto dimensionamento dos vãos e o tipo de actividade a desenvolver em cada divisão da casa. Podem combinar diferentes tipos de aproveitamento da energia – ganhos directos e/ ou indirectos.
Nos ganhos directos, como a própria designação indica, é feito o aproveitamento da radiação solar directa sobre vãos, maximizando assim os ganhos térmicos para o aquecimento do interior.
Nos ganhos indirectos, o aquecimento do interior da habitação é feito de modo mais lento. Exemplos deste modo de aproveitamento da energia são as paredes de trombe – parede maciça que absorve a energia solar que nela incida ao longo do dia, armazenando-a e irradiando calor para o interior da habitação no período da noite.
As estufas também constituem um meio para controlar o conforto no interior da habitação, uma vez que atenuam as trocas térmicas entre o exterior e interior.
ESTRATÉGIAS DE ARREFECIMENTO PASSIVO
À semelhança do referido para as estratégias de aquecimento passivo, também as estratégias de arrefecimento passivo não recorrem a meios activos de climatização (com consumo de energia) para alcançar o conforto no interior.
A orientação solar é também aqui um factor determinante para o desenvolvimento destas estratégias que se baseiam principalmente na ventilação natural e no controle da radiação solar directa das superfícies envidraçadas (quer sejam com recurso a elementos fixos – palas, por exemplo – ou dispositivos móveis – de que são exemplo os estores), embora existam outros meios passivos de fazer o arrefecimento.
A ventilação natural acontece quando se verificam diferenças de pressão atmosférica entre o interior e o exterior, ou seja, o ar frio é mais pesado tem tendência para baixar, enquanto o ar quente, por ser mais leve tem tendência para subir, provocando assim a renovação do ar entre o interior e o exterior.
O arrefecimento passivo pode ainda ser feito por outros meios de que são exemplo o arrefecimento pelo solo, arrefecimento evaporativo e arrefecimento radiativo.
Existem ainda outros aspectos que irão influenciar o arrefecimento natural como por exemplo a desempenho energético dos caixilhos, bem como o tipo de vidro existente, o tipo e utilização de protecção dos vãos, a existência de vegetação, a presença de água, a utilização de cores claras nas superfícies (por absorverem menos radiação).
Tweet
Etiquetas:
aquecimento passivo,
Arquitectura Bioclimática,
arrefecimento passivo,
construção sustentável,
desempenho energético,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
energia solar
Arquitectura Bioclimática - Orientação Solar
A orientação solar de um edifício é muito importante para que se possa fazer um aproveitamento da energia solar, contribuindo assim para o bom desempenho energético de um edifício.
Em Portugal, de acordo com a sua situação geográfica, o quadrante Sul é aquele que recebe maior radiação solar ao longo do dia. Este será portanto a orientação privilegiada para fazer o aproveitamento dos ganhos solares.
Por oposição, o quadrante Norte será aquele que menor quantidade de radiação solar directa recebe, chegando mesmo a não receber radiação. Nesta orientação irão assim verificar-se perdas térmicas.
A Nascente verificam-se a radiação solar directa ao longo do período da manhã, contrariamente a Poente que só receberá radiação solar directa no período da tarde.
Tendo esta informação como ponto de partida, devem ser desenvolvidas estratégias para fazer o adequado aproveitamento da energia solar, em termos térmicos como em termos de iluminação, reduzindo assim as necessidades energéticas da habitação.
ILUMINAÇÃO NATURAL
A luz natural é mais confortável para o olho humano comparativamente à luz artificial, sendo por isso vantajoso o seu aproveitamento sempre que possível. A luz artificial deve ser utilizada como complemento à utilização da luz natural.
Utilização de cores claras nas superfícies ajuda à reflexão da luz natural.
Etiquetas:
Arquitectura,
Arquitectura Bioclimática,
construção sustentável,
desempenho energético,
Eco-Construção,
EcoCasa Portuguesa,
energia solar,
perdas térmicas
Arquitectura Bioclimática
Um edifício concebido de acordo com os princípios de Arquitectura Bioclimática é um edifício desenvolvido numa lógica de sustentabilidade, e em todas as suas fases (desde a fase de projecto, concepção, utilização e fim de uso). Está enquadrado num ciclo de vida, dá resposta às suas necessidades programáticas, está adaptado às características ambientais locais, é energeticamente eficiente, alcançando facilmente os níveis de conforto com um baixo consumo de energia. Deste modo, cada edifício possui assim uma identidade própria.
Os princípios de Arquitectura Bioclimática não são mais do que o enquadramento do edifício à sua realidade local – facilmente se depreende que não são, por estes motivos, princípios rígidos. São antes princípios flexíveis de modo a alcançar o equilíbrio pretendido entre os vários elementos a considerar em todo o processo.
A adaptação às características ambientais locais é fundamental, sendo o Sol um dos principais elementos a considerar uma vez que será a fonte de energia – quer em termos térmicos, quer em termos de iluminação – presente em todo o processo e que, com o seu devido aproveitamento, será a peça chave para alcançar o conforto interior com medidas passivas (sem consumo de energia). Conhecer o local para onde se vai projectar assume assim uma importância vital de modo a fazer as melhores opções.
O local onde o edifício se insere, bem como as suas características, são também factores determinantes para o seu desempenho energético e, consequentemente, para o conforto interior dos seus utilizadores. O clima, a orientação solar, vento, humidade, temperatura, radiação, altitude, as características do terreno, a sua topografia, a vegetação, os seus recursos, a existência ou não de edificações nas proximidades, entre outros factores, são contabilizados de modo a optimizar as soluções e tirar partido das suas potencialidades. Existem muitas variáveis ao longo de todo o processo.
A escolha do sistema construtivo deve considerar os elementos acima referidos de modo a dar uma resposta eficiente ao programa pretendido de forma adequada, com um bom desempenho ambiental e energético, onde as perdas e os ganhos se compensam.
Os materiais escolhidos devem ser criteriosamente seleccionados de modo a que sejam amigos do ambiente, com pouca energia incorporada.
Assim, é fundamental orientar convenientemente o edifício, fazer o seu isolamento de modo eficiente (preferencialmente pelo lado exterior e de modo contínuo) para atenuar as trocas térmicas entre interior e exterior. As superfícies envidraçadas devem ser correctamente dimensionadas (não só em relação à orientação solar – para fazer o aproveitamento dos ganhos térmicos – mas também de acordo com as necessidades de iluminação para cada divisão) e protegidas. A sua protecção pode ser feita com recurso a dispositivos móveis (por exemplo, portadas) ou dispositivos fixos (por exemplo, palas) desde que adequados para que o produto final resulte energeticamente eficiente e o conforto no seu interior seja alcançado.
Será também vantajoso desenvolver estratégias passivas para alcançar o conforto interior já que contribuirá para o bom desempenho energético do edifício. Estas estratégias/ sistemas passivos – sem consumo de energia – tiram partido das características climáticas. Vão desde o controle da radiação solar (facilitando os ganhos ou perdas térmicas), tirar partindo da inércia térmica do edifício (atraso e amortecimento) promovendo o isolamento térmico de toda a envolvente construída – paredes, pavimentos e coberturas – minimizando assim as trocas térmicas entre o ambiente interior e exterior, até à selecção de superfícies envidraçadas eficientes (apostando no vidro duplo e caixilhos com bom desempenho energético) e ao seu sombreamento adequado, como já se referiu.
Nem sempre os sistemas passivos conseguem dar resposta a todas as necessidades de energia. Se houver necessidade de recorrer a sistemas activos, estes deverão recorrer a fontes de energia renováveis.
A vegetação existente é também relevante. A existência de árvores de folha caduca é benéfica na medida em que, no Verão, a sua copa protege as superfícies envidraçadas da incidência directa da radiação solar e refresca o ambiente, e, no Inverno, com a queda das suas folhas permite a entrada dos raios solares, traduzindo-se em ganhos térmicos que contribuem para o conforto interior.
Uma habitação construída de acordo com estes princípios não é necessariamente mais dispendiosa: poderá inicialmente representar um investimento maior mas que será recuperado ao longo da sua vida útil. As suas necessidades de energia serão reduzidas e, uma vez que o conforto no seu interior será facilmente alcançado, a necessidade de recorrer a aparelhos de climatização (de que é exemplo o ar condicionado) será menor, poupando assim na factura energética mensal e contribuindo para que a quantidade de emissões de gases de efeito de estufa para o Ambiente seja menor.
Para que todo o sistema funcione, é importante que os utilizadores saibam tirar partido de todos os mecanismos existentes e os utilizem correctamente. O seu comportamento, os padrões de ocupação, a forma como o aquecimento/ arrefecimento dos espaços é feito, o aproveitamento da água, os mecanismos de ventilação, o tipo de iluminação, irão influenciar o desempenho energético do edifício e contribuir para o conforto higrotérmico.
Os aspectos que contribuem para a sensação de conforto são vários, e são também variáveis de pessoa para pessoa. Para o conforto higrotérmico e, de acordo com a legislação em vigor (o RCCTE – Regulamento das Características de Comportamento Térmico, Artigo 14.º do Decreto – Lei 80/2006), foram estabelecidos valores de referência a registar no interior dos edifícios de temperatura e humidade relativa de modo a garantir o conforto higrotérmico. Para a estação de aquecimento (período de Inverno) deve verificar-se uma temperatura de 20 °C e para a estação de arrefecimento (período de Verão), uma temperatura de 25 °C e 50% de humidade relativa. Deve ainda verificar-se uma taxa de renovação do ar de 0,6 renovações por hora para garantir a qualidade do ar interior. Para que estes valores se verifiquem, é importante não descuidar a qualidade da envolvente construída do edifício.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






